Os gatos são menos ativos que os cachorros, isto é, gatos gastam mais tempo dormindo ou deitados.
Algumas pesquisas calculam que gatos selvagens dormem cerca de 16 horas por dia. Mesmo que o seu gato seja um "preguiçoso", ainda assim ele precisa de exercícios regulares para manter o corpo saudável e a mente aguçada e consumir uma parte do excesso de energia que pode lhe causar problemas.
Mantenha seu gato ativo
Os gatos são menos ativos que os cachorros, isto é, gatos gastam mais tempo dormindo ou deitados.
Algumas pesquisas calculam que gatos selvagens dormem cerca de 16 horas por dia. Mesmo que o seu gato seja um "preguiçoso", ainda assim ele precisa de exercícios regulares para manter o corpo saudável e a mente aguçada e consumir uma parte do excesso de energia que pode lhe causar problemas.
Apartamentos pequenos não são exatamente hábitats saudáveis para os gatos. Mesmo assim você pode facilmente contornar os problemas e ajudar seus gatos a levar uma vida menos tediosa e mais saudável. Uma boa ideia é comprar brinquedos para gatos.
Muitos brinquedos são feitos pensando nos exercícios. Estes podem ser bem simples e você mesmo pode fazer, como um bastão pequeno (em geral de fibra de vidro ou de plástico) com um cordão de barbante ou náilon amarrado a ele com um brinquedo na ponta. Esta é uma das brincadeiras mais fáceis e divertidas que você pode fazer com o seu gato. Assim, você pode provocar o gato puxando o brinquedo pelo chão, e quando o gato pular sobre ele basta puxar o bastão para afastar o brinquedo. Deixe o gato pegar o brinquedo de vez em quando para mantê-lo estimulado.
Enquanto brinca, seu gatinho vai correr, saltar, arrastar-se e pular, esses são bons exercícios. A perseguição é outro bom jogo. Persiga seu gato pela casa sem assustá-lo. Muitos gatos adoram essa brincadeira, e correm e se escondem inúmeras vezes.
Reserve um momento do seu dia para brincar com seu gato, logo ele deverá ficar ancioso para brincar novamente. É comum os gatos virem chamar, ao seu jeito, seu dono para uma brincadeira. Deixe brinquedos pequenos, como uma bola ou um rato de brinquedo, a disposição do seu gato para ele brincar quando quiser.
Se o gato vive dentro de casa, você deve garantir que ele tenha como manter o corpo saudável. Brincar com seu gato também reforçará o laço de amizade com seu animal.
Criei este blog primeiro porque eu amo os gatos e segundo porque muita gente diz não gostar de gatos isso porque não os entendem. Espero que essa página ajude os novos donos de gatinhos a lidarem com esse novo membro da família. Depois de ler as postagens não se esqueçam de comentarem se gostaram e como esse blog ajudou vocês.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Coisas interessantes sobre gatos...
*Gatos não percebem sabores doce, então, seu paladar é muito desenvolvido. São muito exigentes na hora de se alimentar. É normal que recusem ração que não seja servida na hora ou refeições que não pareçam frescas.
*Gatos vêem as coisas no escuro muito melhor do que nós humanos. Precisam somente de um sexto da luz do que nós precisamos para ver. Entretanto, em situações de muita luz, a nitidez da visão é prejudicada. Os gatos têm campo visual com abertura estimada em 200°, contra 180° de humanos.
*Gatos têm a audição apuradíssima. São capazes de ouvir sons ultrassônicos. Na verdade também se comunicam por sons nesta frequência. Cães e humanos, por exemplo, não percebem esses sons. Um humano ouve até 20 khz, um gato ouve até 65 khz.
*Gatos percebem os cheiros muito melhor do que nós. Um gato doméstico possui o olfato 14 vezes mais potente que humanos, mas ficam em desvantagem em relação ao poderoso olfato dos cães.
*Gatos correm mais rápido do que o humano mais veloz. Um gato doméstico é capaz de atingir a velocidade de 48km/h. O máximo que o humano mais rápido já atingiu foi 43km/h.
*Gatos não têm sete vidas. Mas não é que parece verdade? Há muitos casos surpreendentes de sobrevivência de gatos. Um bichano caiu 21 metros e saiu completamente ileso da queda. Existe até registro de um gato que caiu de 96 metros (cerca de 32 andares) e sobreviveu.
*Gatos são inteligentes. Eles têm uma capacidade cognitiva que lhes permitem executar diversas ações que são consideradas sinais de inteligência. O cérebro dos gatos possui estrutura complexa e se parece mais com o do homem do que com o do cão, embora em testes de cognição os cães geralmente levarem vantagem sobre gatos.
*Gatos sabem amar. Não é verdade que gatos só se ligam ao seu território. Esses felinos desenvolvem grandes laços afetivos com seus donos. Existem diversos relatos de gatos que percorrem enormes distâncias em busca de seus donos. É claro que eles não desenvolvem carinho só com humanos. Sabem amar outros gatos e até cães.
*Gatos vêem as coisas no escuro muito melhor do que nós humanos. Precisam somente de um sexto da luz do que nós precisamos para ver. Entretanto, em situações de muita luz, a nitidez da visão é prejudicada. Os gatos têm campo visual com abertura estimada em 200°, contra 180° de humanos.
*Gatos têm a audição apuradíssima. São capazes de ouvir sons ultrassônicos. Na verdade também se comunicam por sons nesta frequência. Cães e humanos, por exemplo, não percebem esses sons. Um humano ouve até 20 khz, um gato ouve até 65 khz.
*Gatos percebem os cheiros muito melhor do que nós. Um gato doméstico possui o olfato 14 vezes mais potente que humanos, mas ficam em desvantagem em relação ao poderoso olfato dos cães.
*Gatos correm mais rápido do que o humano mais veloz. Um gato doméstico é capaz de atingir a velocidade de 48km/h. O máximo que o humano mais rápido já atingiu foi 43km/h.
*Gatos não têm sete vidas. Mas não é que parece verdade? Há muitos casos surpreendentes de sobrevivência de gatos. Um bichano caiu 21 metros e saiu completamente ileso da queda. Existe até registro de um gato que caiu de 96 metros (cerca de 32 andares) e sobreviveu.
*Gatos são inteligentes. Eles têm uma capacidade cognitiva que lhes permitem executar diversas ações que são consideradas sinais de inteligência. O cérebro dos gatos possui estrutura complexa e se parece mais com o do homem do que com o do cão, embora em testes de cognição os cães geralmente levarem vantagem sobre gatos.
*Gatos sabem amar. Não é verdade que gatos só se ligam ao seu território. Esses felinos desenvolvem grandes laços afetivos com seus donos. Existem diversos relatos de gatos que percorrem enormes distâncias em busca de seus donos. É claro que eles não desenvolvem carinho só com humanos. Sabem amar outros gatos e até cães.
O que fazer quando uma gata esta no cio?
Quando dizemos que a gata está no cio, estamos querendo dizer que ela está no período fértil. Nessa época a gata fica mais receptiva para cruzar com parceiros machos, um instinto natural que tem como objetivo engravidar e reproduzir sua genética e espécie. Depois de passado o o período fértil e o cio, a gata deixa de se interessar em cruzar. A cruza dos gatos é também chamada de monta.
A gata pode entrar no cio com apenas 5 meses, fique atento às mudanças de comportamentos e a miados diferentes.
A partir de 5 meses de idade, a fêmea já pode entrar no cio, e esse ciclo pode se repetir a cada dois meses. Você poderá notar algumas alterações de comportamento: miados diferentes, saídas frequentes à rua, visitas de gatos machos em sua casa etc. Ela fica inquieta, geralmente anda com a cauda e com o bumbum levantados, ao mesmo tempo em que abaixa o corpo.
O cio pode durar até 10 dias, porém isso pode variar de animal para animal. Entre 8 e 12 dias, pode ser considerado normal. Caso esse período seja maior, deve ser realizada consulta a um médico veterinário para acompanhamento.
Tentar afastar os demais gatos, para que não ocorra a cópula é necessário, porém muito difícil, pois o instinto de preservação da espécie fará com que a fêmea elabore de tudo para escapar e encontrar o macho. Assim mesmo, o isolamento é uma tentativa válida. Tente prender os animais em locais separados quando houver a presença de um gato macho na casa.
A gata pode entrar no cio com apenas 5 meses, fique atento às mudanças de comportamentos e a miados diferentes.
A partir de 5 meses de idade, a fêmea já pode entrar no cio, e esse ciclo pode se repetir a cada dois meses. Você poderá notar algumas alterações de comportamento: miados diferentes, saídas frequentes à rua, visitas de gatos machos em sua casa etc. Ela fica inquieta, geralmente anda com a cauda e com o bumbum levantados, ao mesmo tempo em que abaixa o corpo.
O cio pode durar até 10 dias, porém isso pode variar de animal para animal. Entre 8 e 12 dias, pode ser considerado normal. Caso esse período seja maior, deve ser realizada consulta a um médico veterinário para acompanhamento.
Tentar afastar os demais gatos, para que não ocorra a cópula é necessário, porém muito difícil, pois o instinto de preservação da espécie fará com que a fêmea elabore de tudo para escapar e encontrar o macho. Assim mesmo, o isolamento é uma tentativa válida. Tente prender os animais em locais separados quando houver a presença de um gato macho na casa.
O que é castração?
Existem procedimentos cirúrgicos que deixar seu gato incapaz de se reproduzir. Eles envolvem a remoção dos ovários, no caso das fêmeas, e dos testículos, no caso dos machos. O termo castração se refere a qualquer um desses procedimentos.
Se você tem um gato de vida semi-livre ou vários gatos confinados a ambientes internos, deve considerar seriamente sua castração. A não ser que você esteja planejando se tornar um criador de gatos e tenha convicção de que encontrará um lar para cada um dos filhotes (uma fêmea pode gerar de 15 a 20 filhotes por ano), a coisa mais responsável a se fazer é castrar seus gatos.
O preparo para a realização do procedimento cirúrgico é o mesmo para ambos os sexos. Você não deve alimentar seu gato por 12 horas antes da cirurgia.
O procedimento é realizado sob anestesia geral e o paciente é conectado a equipamentos de monitoração para evitar complicações. Em seguida, é feita uma pequena incisão e os ovários, e algumas vezes também o útero, ou os testículos são removidos. A incisão é então fechada com pontos de sutura que podem ficar escondidos por dentro.
Uma vez que a incisão para a castração de fêmeas é maior que a dos machos, sua gata poderá precisar ficar na clínica por um dia ou dois após a cirurgia, ao passo que os machos geralmente voltam para casa no mesmo dia.
Pós-operatório: Seu veterinário poderá recomendar o uso de um colar elisabetano para evitar que seu gato morda ou arranque os pontos. Você precisará ficar de olho no gato para verificar se a ferida cirúrgica apresenta inchaço, descência de sutura, sangramento ou secreções. Caso ocorra qualquer um destes sintomas, informe seu veterinário imediatamente.
Normalmente, os gatos se recuperam completamente de uma cirurgia de castração, e dentro de uma ou duas semanas o veterinário retirará os pontos.
Durante o pós-operatório, deixe bastante água disponível para seu gato, uma cama limpa e a chance de relaxar em um ambiente tranquilo.
Fêmeas: Se você tem uma gata, a castração elimina completamente o risco de câncer ovariano e reduz drasticamente o risco de câncer cervical.
A castração também elimina vários comportamentos que você pode considerar indesejáveis. Uma fêmea inteira entra no cio de três a quatro vezes por ano. Durante este período, ela miará constantemente ou tentará fugir de casa.
Quando uma fêmea entra no cio várias vezes sem se acasalar, ela pode desenvolver problemas como depressão, anorexia, diarreia e vômitos. A castração elimina estes problemas.
Machos: Os gatos machos também se beneficiam muito da castração, que elimina o risco de câncer testicular e previne diversos comportamentos que podem dificultar o convívio entre o proprietário e seu gato.
Gatos machos castrados são bem menos territorialistas e, portanto, raramente demarcarão o território com urina. Isto sem contar que o odor da urina, após a castração, fica menos acentuado.
Se você tem dois gatos machos, a castração de ambos reduzirá drasticamente as brigas entre eles. De fato, os gatos castrados ficam muito mais dóceis e fáceis de manipular.
Se você tem um gato de vida semi-livre ou vários gatos confinados a ambientes internos, deve considerar seriamente sua castração. A não ser que você esteja planejando se tornar um criador de gatos e tenha convicção de que encontrará um lar para cada um dos filhotes (uma fêmea pode gerar de 15 a 20 filhotes por ano), a coisa mais responsável a se fazer é castrar seus gatos.
O preparo para a realização do procedimento cirúrgico é o mesmo para ambos os sexos. Você não deve alimentar seu gato por 12 horas antes da cirurgia.
O procedimento é realizado sob anestesia geral e o paciente é conectado a equipamentos de monitoração para evitar complicações. Em seguida, é feita uma pequena incisão e os ovários, e algumas vezes também o útero, ou os testículos são removidos. A incisão é então fechada com pontos de sutura que podem ficar escondidos por dentro.
Uma vez que a incisão para a castração de fêmeas é maior que a dos machos, sua gata poderá precisar ficar na clínica por um dia ou dois após a cirurgia, ao passo que os machos geralmente voltam para casa no mesmo dia.
Pós-operatório: Seu veterinário poderá recomendar o uso de um colar elisabetano para evitar que seu gato morda ou arranque os pontos. Você precisará ficar de olho no gato para verificar se a ferida cirúrgica apresenta inchaço, descência de sutura, sangramento ou secreções. Caso ocorra qualquer um destes sintomas, informe seu veterinário imediatamente.
Normalmente, os gatos se recuperam completamente de uma cirurgia de castração, e dentro de uma ou duas semanas o veterinário retirará os pontos.
Durante o pós-operatório, deixe bastante água disponível para seu gato, uma cama limpa e a chance de relaxar em um ambiente tranquilo.
Fêmeas: Se você tem uma gata, a castração elimina completamente o risco de câncer ovariano e reduz drasticamente o risco de câncer cervical.
A castração também elimina vários comportamentos que você pode considerar indesejáveis. Uma fêmea inteira entra no cio de três a quatro vezes por ano. Durante este período, ela miará constantemente ou tentará fugir de casa.
Quando uma fêmea entra no cio várias vezes sem se acasalar, ela pode desenvolver problemas como depressão, anorexia, diarreia e vômitos. A castração elimina estes problemas.
Machos: Os gatos machos também se beneficiam muito da castração, que elimina o risco de câncer testicular e previne diversos comportamentos que podem dificultar o convívio entre o proprietário e seu gato.
Gatos machos castrados são bem menos territorialistas e, portanto, raramente demarcarão o território com urina. Isto sem contar que o odor da urina, após a castração, fica menos acentuado.
Se você tem dois gatos machos, a castração de ambos reduzirá drasticamente as brigas entre eles. De fato, os gatos castrados ficam muito mais dóceis e fáceis de manipular.
Como fazer para os gatos pararem de urinar nas coisas?
Muitas vezes os donos dos gatos querem dar embora o gato ou até mesmo matar o animal porque eles fazem xixi nas coisas de casa, mas não precisa precipitar-se o ideal a se fazer é castra-lo. A idade media para se castrar um gato é entre 5 e 6 meses.
Com relação ao xixi fora da caixa de areia – uma questão de saúde – devemos prestar atenção não só no local da urina, mas em como o animal está fazendo o xixi: se fica na posição de micção mais tempo do que o normal, se a urina demora a sair e sai gotejada, ou até mesmo se sai com sangue (difícil de ver no granulado, mas com um papel higiênico branco podemos conferir). Os problemas mais comuns são cistites, cálculos urinários, diabetes, insuficiência renal e hepática, infecção uterina nas fêmeas, problemas hormonais e até mesmo tumores. Nesse caso, o médico veterinário deve ser procurado o mais rápido possível.
Com relação ao xixi fora da caixa de areia – uma questão de saúde – devemos prestar atenção não só no local da urina, mas em como o animal está fazendo o xixi: se fica na posição de micção mais tempo do que o normal, se a urina demora a sair e sai gotejada, ou até mesmo se sai com sangue (difícil de ver no granulado, mas com um papel higiênico branco podemos conferir). Os problemas mais comuns são cistites, cálculos urinários, diabetes, insuficiência renal e hepática, infecção uterina nas fêmeas, problemas hormonais e até mesmo tumores. Nesse caso, o médico veterinário deve ser procurado o mais rápido possível.
Por que os gatos eram sagrados para os egípcios?
Registros encontrados no Egito, como gravuras, pinturas e estátuas de gatos, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5 000 anos. Elementos encontradas em escavações indicam que, nessa época, os gatos eram venerados e considerados animais sagrados.A deusa da fertilidade e da felicidade, considerada benfeitora e protetora do homem, era representada na forma de uma mulher com a cabeça de um gato e frequentemente figurava acompanhada de vários outros gatos em seu entorno.
Na verdade, o amor dos egípcios por esse animal era tão intenso que havia leis proibindo que os gatos fossem "exportados". Qualquer viajante que fosse encontrado traficando um gato era punido com a pena de morte. Quem matasse um gato era punido da mesma forma e, em caso de morte natural do animal, seus donos deveriam usar trajes de luto.
Os gatos ajudavam os antigos egípcios a combater um de seus piores inimigos - os ratos que infestavam a região, destruindo as colheitas de grãos e cereais, além de espalharem doenças. Quando notaram que os gatos eram a solução para controlar a população de roedores, os egípcios começaram a tratar os bichanos como membros da família e passaram a encará-los como verdadeiras divindades. Essa adoração teve de contar com a ajuda das autoridades, porque, antes de o animal ser decretado um ente sagrado, muitos bichanos eram servidos como prato principal às margens do rio Nilo.
Os egípcios dedicavam tamanha veneração aos gatos que costumavam raspar as sobrancelhas em sinal de luto quando um bichinho de estimação morria. As mulheres também os viam como símbolos de beleza e pintavam os olhos tentando imitar o contorno perfeito do olhar dos bichanos. Esses animais mereciam os mesmos ritos fúnebres que os seres humanos, sendo embalsamados e sepultados. No século XIX, arqueólogos descobriram mais de 300 mil múmias de gatos num cemitério em Tall Bastah, cidade no delta do rio Nilo onde ficava o principal templo da deusa Bastet.
Mas tamanha adoração custou pelo menos uma derrota histórica para o Império Egípcio, cerca de 600 anos antes de Cristo. Quando um comandante persa chamado Cambises II soube que os inimigos da terra do Nilo veneravam tanto esses felinos, não teve dúvidas e ordenou que seu exército atacasse o país das pirâmides usando uma tática no mínimo inusitada: gatos foram colocados à frente de suas tropas como escudo! Os egípcios não ofereceram resistência. Era melhor se render diante dos persas do que cogitar a possibilidade de ferir um ser sagrado.
Na verdade, o amor dos egípcios por esse animal era tão intenso que havia leis proibindo que os gatos fossem "exportados". Qualquer viajante que fosse encontrado traficando um gato era punido com a pena de morte. Quem matasse um gato era punido da mesma forma e, em caso de morte natural do animal, seus donos deveriam usar trajes de luto.
Os gatos ajudavam os antigos egípcios a combater um de seus piores inimigos - os ratos que infestavam a região, destruindo as colheitas de grãos e cereais, além de espalharem doenças. Quando notaram que os gatos eram a solução para controlar a população de roedores, os egípcios começaram a tratar os bichanos como membros da família e passaram a encará-los como verdadeiras divindades. Essa adoração teve de contar com a ajuda das autoridades, porque, antes de o animal ser decretado um ente sagrado, muitos bichanos eram servidos como prato principal às margens do rio Nilo.
Os egípcios dedicavam tamanha veneração aos gatos que costumavam raspar as sobrancelhas em sinal de luto quando um bichinho de estimação morria. As mulheres também os viam como símbolos de beleza e pintavam os olhos tentando imitar o contorno perfeito do olhar dos bichanos. Esses animais mereciam os mesmos ritos fúnebres que os seres humanos, sendo embalsamados e sepultados. No século XIX, arqueólogos descobriram mais de 300 mil múmias de gatos num cemitério em Tall Bastah, cidade no delta do rio Nilo onde ficava o principal templo da deusa Bastet.
Mas tamanha adoração custou pelo menos uma derrota histórica para o Império Egípcio, cerca de 600 anos antes de Cristo. Quando um comandante persa chamado Cambises II soube que os inimigos da terra do Nilo veneravam tanto esses felinos, não teve dúvidas e ordenou que seu exército atacasse o país das pirâmides usando uma tática no mínimo inusitada: gatos foram colocados à frente de suas tropas como escudo! Os egípcios não ofereceram resistência. Era melhor se render diante dos persas do que cogitar a possibilidade de ferir um ser sagrado.
História dos gatos domésticos
Os gatos domésticos atuais são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos. Os gatos foram domesticados primeiramente no Oriente Médio nas primeiras vilas agriculturais do Crescente Fértil. Os sinais mais antigos de associação entre homens e gatos datam de 9 500 anos atrás e foram encontrados na ilha de Chipre.
Quando as populações humanas deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender substancialmente da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano. Por possuírem um forte instinto caçador, esses animais espontaneamente passaram a viver nas cidades e exerciam uma importante função na sociedade: eliminar os ratos e camundongos, que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.
Não tardou para que alguns animais fossem clandestinamente transportados para outros territórios, fazendo com que a popularidade dos gatos aumentasse. Ao chegarem à Pérsia antiga, também passaram a ser venerados e havia a crença de que, quando maltratados, corria-se o risco de estar maltratando um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Desse modo, ao prejudicar um gato, o homem estaria atingindo a si próprio.
Devido ao fato de serem exímios caçadores e auxiliarem no controle de pragas, por muitos séculos os gatos tiveram uma posição privilegiada na Europa cristã. Porém, no início da Idade Média, a situação mudou: gatos foram acusados de estarem associados a maus espíritos e, por isso, muitas vezes foram queimados juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria. Até hoje, ainda existe o preconceito de que as bruxas têm um gato preto de estimação, sendo esse animal associado aos mais diversos tipos de sortilégios; dependendo da região, porém, podem ser considerados animais que trazem boa sorte. É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos animais dessa cor.
Ao fim da Idade Média, a aceitação dos gatos nas residências teve um novo impulso, fenômeno que também se estendeu às embarcações, onde os navegadores os mantinham como mascotes. Conhecidos como gatos de navios, esses animais assumiam também a função de controlar a população de roedores a bordo da embarcação. Com o passar do tempo, muitos gatos passaram a ser considerados animais de luxo, ganhando uma boa posição do ponto de vista social, sendo até utilizados como "acessórios" em eventos sociais pelas damas. Nessa época, o gato começou a passar por melhoramentos genéticos para exposições, começando assim a criação de raças puras, com pedigree.
A primeira grande exposição de gatos aconteceu em 1871, em Londres. A partir desse momento, o interesse em se expor gatos desenvolvidos dentro de certos padrões propagou-se por toda a Europa.
Atualmente, os gatos são animais bastante populares, servindo ao homem como um bom animal de companhia, e ainda continuam sendo utilizados por agricultores e navegadores de diversos países como um meio barato de se controlar a população de determinados roedores. Devido ao fato de sua domesticação ser relativamente recente, quando necessário convertem-se facilmente à vida selvagem, passando a viver em ambientes silvestres, onde formam pequenas colônias e caçam em conjunto.
Quando as populações humanas deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender substancialmente da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano. Por possuírem um forte instinto caçador, esses animais espontaneamente passaram a viver nas cidades e exerciam uma importante função na sociedade: eliminar os ratos e camundongos, que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.
Não tardou para que alguns animais fossem clandestinamente transportados para outros territórios, fazendo com que a popularidade dos gatos aumentasse. Ao chegarem à Pérsia antiga, também passaram a ser venerados e havia a crença de que, quando maltratados, corria-se o risco de estar maltratando um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Desse modo, ao prejudicar um gato, o homem estaria atingindo a si próprio.
Devido ao fato de serem exímios caçadores e auxiliarem no controle de pragas, por muitos séculos os gatos tiveram uma posição privilegiada na Europa cristã. Porém, no início da Idade Média, a situação mudou: gatos foram acusados de estarem associados a maus espíritos e, por isso, muitas vezes foram queimados juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria. Até hoje, ainda existe o preconceito de que as bruxas têm um gato preto de estimação, sendo esse animal associado aos mais diversos tipos de sortilégios; dependendo da região, porém, podem ser considerados animais que trazem boa sorte. É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos animais dessa cor.
Ao fim da Idade Média, a aceitação dos gatos nas residências teve um novo impulso, fenômeno que também se estendeu às embarcações, onde os navegadores os mantinham como mascotes. Conhecidos como gatos de navios, esses animais assumiam também a função de controlar a população de roedores a bordo da embarcação. Com o passar do tempo, muitos gatos passaram a ser considerados animais de luxo, ganhando uma boa posição do ponto de vista social, sendo até utilizados como "acessórios" em eventos sociais pelas damas. Nessa época, o gato começou a passar por melhoramentos genéticos para exposições, começando assim a criação de raças puras, com pedigree.
A primeira grande exposição de gatos aconteceu em 1871, em Londres. A partir desse momento, o interesse em se expor gatos desenvolvidos dentro de certos padrões propagou-se por toda a Europa.
Atualmente, os gatos são animais bastante populares, servindo ao homem como um bom animal de companhia, e ainda continuam sendo utilizados por agricultores e navegadores de diversos países como um meio barato de se controlar a população de determinados roedores. Devido ao fato de sua domesticação ser relativamente recente, quando necessário convertem-se facilmente à vida selvagem, passando a viver em ambientes silvestres, onde formam pequenas colônias e caçam em conjunto.
Como os gatos se comunicam?
*Os gatos conseguem comunicar-se de forma bastante eficaz, seja com humanos ou com outros seres de sua espécie. Estudos da inteligência em gatos têm demonstrado que tais animais são dotados de um aparato cognitivo capaz de lhes propiciar diversas ações, que podem ser compreendidas como sinais de inteligência. O cérebro destes animais apresenta estruturas complexas que possibilita-lhes desenvolver uma espécie de linguagem, comunicando-se por meio de miados, ronronares, bufos, gritos e linguagens corporais.
*A avançada estrutura do cérebro faz com que esses felinos sejam frequentemente utilizados como animais experimentais, tendo em vista que esse órgão apresenta estrutura muito similar àquela observada no cérebro humano. Pesquisas indicam que, tanto no homem quanto no gato, o mesmo setor cerebral é o responsável pela existência de diferentes emoções.
Os pelos dos gatos o.0
*Os gatos podem ter uma única coloração, como os completamente brancos ou pretos, que só tem pelos contrastantes soltos em algumas partes do corpo. Também podem ter duas cores, como o branco e preto, branco e laranja, pardo e branco, ou cinza e branco. Podem ter um padrão de cores tigrado em laranja, pardo e branco; em tons cinza e alaranjados, com o pelo de uma só cor em toda a sua extensão ou de dois tipos de cores. Também podem ter um padrão de cor siamês com cores mais escuras na face, rabo, patas e orelhas. Outro tipo de coloração é a tricolor, como, por exemplo, branco, laranja e preto. As gatas costumam ter os pelos mais lustrosos e brilhantes do que os machos, em contra partida elas costumam soltar mais pelos do que os gatos, principalmente nos períodos do início do cio.
Os gatos tem alergias?
os gatos podem ter alergias?
* Sim, alguns gatos podem ter severas reações alérgicas quando submetidos a determinadas medicações, como, por exemplo: a ivermectina, que é tradicionalmente aplicada no controle de pequenos parasitas, como carrapatos, pulgas e piolhos. Em determinadas situações, essa substância pode ocasionar o inchaço do cérebro do felino, provocando fortes dores, perda de controle muscular, cegueira temporária, perda de apetite, retenção de urina e febre, chegando a levar o animal ao estado de coma. A forma de se combater alergias desse tipo é por meio da aplicação de antídotos contra ação do medicamento anteriormente ministrado.
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